Prostatectomia radical ou cirurgia radical da próstata, é um procedimento que visa a remoção completa da próstata e vesículas seminais, sendo considerado um dos tratamentos mais eficazes para o câncer de próstata.

No post de hoje, falaremos um pouco mais sobre esse procedimento e quando ele é indicado. Acompanhe o post a seguir!
Como funciona a prostatectomia radical?
Podemos dizer que existem alguns meios de realizar a prostatectomia radical. Isso significa que o procedimento pode ser realizado por meio de cirurgia aberta, perineal, laparoscopia ou robótica.
Todas essas técnicas tem como objetivo a remoção da próstata e das vesículas seminais, conectando bexiga e uretra através de suturas.
Prostatectomia aberta
Embora seja a técnica menos utilizada atualmente, é considerada a mais tradicional, sendo feita apenas uma incisão para a remoção da próstata.
Cirurgia perineal
Por sua vez, a técnica perineal é realizada por meio de uma incisão na pele do paciente, mais precisamente entre o ânus e o períneo (escroto). Também é uma abordagem menos utilizada, por ser difícil poupar os nervos e remover os linfonodos.
Prostatectomia laparoscópica
Costuma ser uma cirurgia mais rápida e uma opção caso não haja preocupação do paciente com relação às ereções.
No caso da prostatectomia laparoscópica o cirurgião realiza várias incisões pequenas, onde são inseridos instrumentos médicos para a remoção do órgão. Um deles possui uma câmera de vídeo em sua extremidade.
Além desses três tipos de prostatectomia radical, também podemos destacar a robótica, minimamente invasiva e com o controle de braços robóticos que realizam o procedimento por meio de incisões pequenas no abdômen do paciente.
A maior vantagem dessa técnica é o tempo de recuperação, que é menor. Assim como a dor e o sangramento, que também são menores. E costuma ser uma cirurgia indicada quando, mesmo após a radioterapia, houve recidiva da doença.
Quando a prostatectomia radical é indicada?
A cirurgia é indicada para o tratamento do câncer de próstata após diagnóstico do paciente, ou seja, quando a doença é identificada por meio de biópsia. Além disso, também é feita uma avaliação médica das condições clínicas do indivíduo para que então seja definido o tipo de procedimento que será realizado.
O conteúdo foi esclarecedor? Possui outras dúvidas? Deixe um comentário!







